YASMIN LEVY IN “TERRA(S) DE SEFARAD – BRAGANÇA”

Yasmin Levy vai cantar no Castelo de Bragança integrada no encontro “Terras de Sefarad” na noite do dia 17 de Junho pelas 22,30 horas.


Yasmin Levy, cantora e artista israelita, “a extraordinária intérprete de música Ladino, que com grande dramatismo produz ecos do fervor do Flamenco Espanhol, Tango Argentino e do “blues” do Fado Português. No lançamento do seu disco ‘Libertad’ produzido por Ben Mandelson, a notável adição das arrebatadoras cordas Turcas, adiciona um elemento extra, vibrante e carregado de paixão.”

Médicos cristãos novos abandonam Portugal em 1614

por REUVEN FAINGOLD
In: http://www.morasha.com.br/historia-judaica-na-antiguidade/medicos-cristaos-novos-abandonam-portugal-em-5.html

Médicos e cirurgiões exerceram a medicina em Portugal na Idade Média e início dos tempos modernos. Seus sobrenomes são citados nos “Livros de Chancelaria Real dos Reis de Portugal” ou em obras dedicadas à medicina lusitana. Na “Lista de 1614”, encontrada em Lisboa no Arquivo Nacional da Torre do Tombo, achei dados curiosos sobre esses profissionais da saúde.

Edição 84 – Julho de 2014


Há quatro décadas, aproximadamente, a pesquisa dos cristãos novos ibéricos vem fazendo avanços consideráveis. Valiosos trabalhos já foram publicados sobre a dinâmica dos tribunais do Santo Ofício, o modo de vida judaico e o cumprimento de preceitos por parte dos cristãos novos, a difusão de uma literatura antijudaica em Portugal durante os 300 anos em que atuou a Inquisição e a inserção desses conversos em suas novas comunidades da Europa e do Novo Mundo. Continue a ler (Continue reading)→

Terras de Sefarad, Bragança – Portugal, 15-17 deJunho

Norteado pelo estímulo da recuperação da memória e da identidade Sefardita, o Município de Bragança, no seguimento de reflexões que apontam para a implementação de uma estratégia para este território – a sua valorização e internacionalização – tomou a iniciativa de promover um grande evento, durante 4 dias,
de carácter internacional.
+ Info

Guided by the stimulus on the recovery of the Sephardic memory and identity, The Municipality of Bragança, following the reflections pointing to the implementation of a strategy to this territory – its acknowledgement and internationalization – has taken the initiative to promote a major event, during 4 days, of international character.
+ Info

Pretende-se com este Congresso, colocar a cidade enquanto centro incontornável da reflexão sobre a memória e o património judaico em Portugal e em todo o Norte da Península Ibérica.

It is intended to place the city as an unavoidable centre of reflection on the Jewish memory and patrimony in Portugal an in all the North of the Iberian Peninsula.

Congresso | Congress | + info

PAULO MENDES PINTO – PORQUE ESTUDAR OS SEFARDITAS? – CIÊNCIA DAS RELIGIÕES

In: http://visao.sapo.pt/opiniao/bolsa-de-especialistas/2017-03-18-Porque-estudar-os-sefarditas-

A propósito da exposição «Heranças e vivências judaicas em Portugal»

As datas são muitas vezes os marcos a que nos agarramos para definir uma escala no conhecimento e nos sentimentos. No campo dos Estudos Sefarditas (estudo dos judeus de origem peninsular), algumas datas centrais na História de Portugal podem ser de imediato elencadas. Falamos, é claro, de 1492, 1496/7, 1506 e 1536, as datas da entrada em Portugal dos judeus fugidos de Castela, da data do decreto de expulsão de Portugal e quase imediata conversão forçada, falamos ainda do terrível massacre de Lisboa no dia 19 de Abril e, por fim, da instalação do Tribunal do Santo Ofício, a Inquisição, respectivamente.

Subvertendo os princípios de humanismo, poderíamos fazer uma aproximação inesperada ao valor destas datas na nossa História: porque razão dar atenção a eventos de há cerca de meio milénio? Já tanto tempo passou, quase não há judeus em Portugal, qual o sentido de marcar as datas e a memória com eventos e publicações como esta que aqui trazemos ao público, fazendo vir ao de cima questões e situações incómodas?

De facto, não se trata da postura de uma sociedade que gosta de recordar o que é negativo, seja por um sentido masoquista, seja pelo prazer mórbido de olhar a morte de frente, e dela gostar. O sentido e a justificação para que, meio milénio depois, queiramos olhar para o passado de Portugal como realidade também sefardita reside em algo de muito mais profundo, na nossa própria consciência.

E nessa profundidade do que é a consciência e o inconsciente, alguns aspectos precisam de ser trazidos ao lume brando da alteração das mentalidades, para que nos possamos reencontrar com a memória, com a nossa identidade e com o que queremos fazer de nós mesmos no futuro. Sim, porque o olhar para a memória, a forma como o fazemos, tem como base opções, e essas marcam a forma como vemos o passado, mas definem muito mais como seremos no presente e no futuro.

Só o simples facto de se olhar para este passado é já uma postura em nada natural na nossa cultura. Apenas há poucos anos as autarquias venceram as resistências internas às suas comunidades na assunção do peso da herança sefardita na sua história e na sua identidade. Só há quase tanto tempo, um pouco mais, mas muito pouco mais, a academia criou espaços e possibilitou a existência de especialistas na temática, sendo um campo ainda verdadeiramente embrionário, com os primeiros grandes e seminais trabalhos a serem editados só na década de setenta do século XX -refiro-me, em especial, aos trabalhos de Maria José Ferro Tavares e António Borges Coelho; a Cátedra de Estudos Sefarditas «Alberto Benveniste» da Un. de Lisboa (link: http://catedra-alberto-benveniste.org/) nascia em 1996, sendo ainda hoje o único centro de investigação em Portugal sobre a temática.

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Bragança abre Centro de Interpretação Sefardita

Por: Afonso de Sousa
In: http://www.tsf.pt/cultura/interior/braganca-abre-centro-de-interpretacao-sefardita-5682874.html


O Centro de Interpretação Sefardita, situado no núcleo histórico da cidade, pretende dar a conhecer as vivências dos “cristãos novos” desde o século XV até hoje, e mostrar os aspetos culturais e sociais das privações diárias dum povo perseguido que deixou muitas marcas em Trás-os-Montes

Pode-se dizer que o espaço abre na rua dos museus. Ao fundo da “Abílio Bessa” está o centenário Museu Abade de Baçal e “paredes meias” com este novo Centro Interpretativo da cultura Sefardita encontra-se o Centro de Arte Contemporânea Graça Morais. Continue a ler (Continue reading)→

Moción de difusión da herdanza hebrea-sefardi (Grupo Popular no Senado de España)

MOCIÓN DIFUSIÓN HERENCIA HEBREA-SEFARDÍ 

 

En el año 1492 se ponía fin a la vinculación de los judios con España, después de más de ocho siglos de convivencia y entendimiento mutuo . La expulsión pudo afectar según los numerosos estudios a entre 100.000 y 400.000 ciudadanos, un porcentaje significativo de la población entonces , pues España representaba en aquellos momentos el país con la comunidad judia más importante en el mundo. Continue a ler (Continue reading)→

“UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” por Anita Novinsky

Judeus portugueses no Caruaru…

Este é um e-mail rápido para informar que…

1) Neste exato momento estamos com 97% das vagas preenchidas para o Curso: Uma Inédita História do Brasil

2) Restam pouco mais de 48 horas para encerrarmos as matrículas. Antecipamos o dia do encerramento pois as vagas estão esgotando, então acontecerá no máximo segunda às 23:59hs, se ainda houveram vagas.

Clique no link abaixo ter mais informações e detalhes e garantir sua vaga:
Entre aqui para se inscrever no Curso Uma Inédita História do Brasil

Certamente não deixará escapar uma oportunidade única em participar e aprofundar o conhecimento do assunto. Isso nos ajuda a disseminar os fatos antes ocultos sobre o que aconteceu com os judeus no Brasil.

Imagine você, tendo a mente liberta, com uma visão nova dos fatos acontecidos que não constam em nenhum livro de história. Aprender é poderoso.

Eu separei alguns depoimentos para você ver o que dizem a respeito deste curso:

http://www.anitanovinsky.com.br/depoimentos.html

Lembrando ainda que o curso oferece uma garantia incrível que garante a total segurança do seu investimento, caso você esteja inseguro sobre fazer ou não a matrícula: Garantia Incondicional de 15 Dias

Tenho tanta certeza que vai se surpreender que dentro dos primeiros 15 dias de curso, se você quiser interromper o curso por qualquer motivo, basta nos mandar um e-mail que nós cancelaremos o curso e devolveremos todo o seu dinheiro sem nenhum questionamento.

Em outras palavras, você tem 15 dias para testar o curso e ver se realmente gosta do conteúdo, e se gostar pode continuar, e se não gostar basta cancelar e receber todo o seu dinheiro de volta.

Se você já conhece os detalhes do curso e quiser ir direto para página de inscrição, basta clicar no botão abaixo e garantir sua vaga.

Inscreva-se agora no Curso Uma Inédita História do Brasil

Junte-se a nosso grupo, um abraço,

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!

“UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” por Anita Novinsky

Lápida medieval de inauguração da Sinagoga Grande de Lisboa

Olá como vai?

Em primeiro lugar eu gostaria de agradecer, o grande interesse que estão tendo no curso. Foram muitas inscrições ontem durante o dia.

O nosso primeiro dia de inscrições foi espetacular, muito intenso, mas estamos atendendo a todos.

Estamos fazendo uma estréia deste curso online, e por isso é um preço diferenciado em relação ao seu real valor.

A divulgação inicial foi apenas para ex-alunos e professores, bem como admiradores que me acompanham em redes sociais, pessoas que como você valorizam o conhecimento e portanto não escondem, mas priorizam compartilhar com mais pessoas que necessitam de uma libertação da ausência do saber.

LINK PARA SE INSCREVER

Só para atualizar vocês sobre as matrículas para o curso “Uma Inédita História do Brasil”. Neste exato momento estamos com 58% das nossas vagas totalmente preenchidas e confirmadas, ou seja, restam menos da metade das vagas!

As inscrições e as perguntas sobre o “Inédita História do Brasil” foram muitas e nós vamos fazer o possível responder todas o mais rápido possível…

Se você quer participar deste percurso, ainda dá tempo. A página abaixo explica como:

PÁGINA COM TODOS OS DETALHES DO CURSO

Espero por você no curso,

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!

“UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” por Anita Novinsky

Sinagoga Kahal Zur Israel em Pernambuco

Aqui é a Professora Anita Novinsky,

Este é um e-mail muito importante para todos vocês que estão interessados em participar do meu curso fechado chamado Uma Inédita História do Brasil, para a qual vou abrir vagas (disputadíssimas!) amanhã cedo.

Se você é uma das pessoas interessadas em uma vaga, leia com muita atenção este e-mail!

Amanhã (dia 14/03) às 9:00 AM (horário de Brasília) eu vou te enviar um e-mail com um link para a página de matrículas.

Ao entrar nessa página, você encontrará em detalhes como funcionam as matrículas, como funciona o curso, quanto custa, quais são as opções de pagamento, quais são as garantias, etc., enfim, tudo o que você precisa saber para fazer o curso!

Nosso curso é inteiramente on-line, temos 06(seis) módulos, e vamos liberando 01(um) por semana. Para acompanhar você pode assistir cada vídeo nos dias e horários que forem melhor para você.

Cada módulo com vários vídeos com informações e conteúdos fundamentais para o seu melhor entendimento e proveito.
Os vídeos ficam gravados e conforme vamos liberando um módulo, os anteriores continuam no ar, o que facilitará para seu acesso depois e você vai acessar por 02(dois) anos.

Alguns itens do curso:
– As surpreendentes informações dos Arquivos da Inquisição
– Os Judeus e os descobrimentos
– Dados imprecisos da população judaica na Península Ibérica
– O Novo Mundo e o sonho da Terra Prometida
– A expulsão
– A Cultura do Segredo
– A absolvição impossível
– Surtos messiânicos e os falsos messias
– A influência do judaísmo sobre Padre Antonio Vieira
– Quem defendeu os judeus?
– Invasões estrangeiras ao Brasil
– Razões do interesse holandês no Brasil
– Desenvolvimento da vida judaica durante o período holandês
– A expulsão
– Nova Amsterdã Nova York
– Um Preconceito histórico: a colaboração cristã-nova com os invasores holandeses
– O mistério em torno da vida de Raposo Tavares
– São Paulo, a nova Canaã
E mais….

Por fim, como as vagas estão muito disputadas, eu recomendo que você fique atendo amanhã a partir das 9:00 da manhã.
Não há como prever quanto tempo as vagas irão ficar disponíveis.

Por enquanto é só, desculpe pelo longo e-mail, mas preciso deixar tudo muito claro para que você possa fazer a matrícula amanhã sem problemas!

No caso de qualquer dúvida, você pode responder este e-mail ou enviar uma mensagem para contato@anitanovinsky.com.br, que minha equipe irá atendê-lo.

Um grande abraço nos vemos amanhã cedo!

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!.

Abraços,

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!

Aula 1:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-1.html
Aula 2:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-2.html
Aula 3:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-3.html

“UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” por Anita Novinsky

New Amsterdam. Gravura elaborada sobre uma oura contemporânea de Lisboa

Esse é um e-mail simples para te dizer que as inscrições para “UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” já estão abertas!!!

Clique no link abaixo para garantir sua vaga:
http://www.anitanovinsky.com.br/inscricoes-abertas.html

É importante lembrar que as vagas são limitadas e as inscrições serão feitas na ordem de cadastramento. Se você quer garantir a sua participação faça o quanto antes.

Neste curso você vai ficar sabendo sobre um período de nossa história que foi mantido em segredo por muitos anos.
Não perca esta grande oportunidade que compartilharei com vocês sobre anos de pesquisa e estudos sobre o assunto. Estas revelações abrirão um novo capitulo em nossa história.

Inscreva-se aqui!

Abraços,

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!.

“UMA INÉDITA HISTÓRIA DO BRASIL” por Anita Novinsky

Aqui é a Professora Anita Novinsky,

Este é um e-mail muito importante para todos vocês que estão interessados em participar do meu curso fechado chamado Uma Inédita História do Brasil, para a qual vou abrir vagas (disputadíssimas!) amanhã cedo.

Se você é uma das pessoas interessadas em uma vaga, leia com muita atenção este e-mail!

Amanhã (dia 14/03) às 9:00 AM (horário de Brasília) eu vou te enviar um e-mail com um link para a página de matrículas.

Ao entrar nessa página, você encontrará em detalhes como funcionam as matrículas, como funciona o curso, quanto custa, quais são as opções de pagamento, quais são as garantias, etc., enfim, tudo o que você precisa saber para fazer o curso!

Nosso curso é inteiramente on-line, temos 06(seis) módulos, e vamos liberando 01(um) por semana. Para acompanhar você pode assistir cada vídeo nos dias e horários que forem melhor para você.

Cada módulo com vários vídeos com informações e conteúdos fundamentais para o seu melhor entendimento e proveito.
Os vídeos ficam gravados e conforme vamos liberando um módulo, os anteriores continuam no ar, o que facilitará para seu acesso depois e você vai acessar por 02(dois) anos.

Alguns itens do curso:
– As surpreendentes informações dos Arquivos da Inquisição
– Os Judeus e os descobrimentos
– Dados imprecisos da população judaica na Península Ibérica
– O Novo Mundo e o sonho da Terra Prometida
– A expulsão
– A Cultura do Segredo
– A absolvição impossível
– Surtos messiânicos e os falsos messias
– A influência do judaísmo sobre Padre Antonio Vieira
– Quem defendeu os judeus?
– Invasões estrangeiras ao Brasil
– Razões do interesse holandês no Brasil
– Desenvolvimento da vida judaica durante o período holandês
– A expulsão
– Nova Amsterdã Nova York
– Um Preconceito histórico: a colaboração cristã-nova com os invasores holandeses
– O mistério em torno da vida de Raposo Tavares
– São Paulo, a nova Canaã
E mais….

Por fim, como as vagas estão muito disputadas, eu recomendo que você fique atendo amanhã a partir das 9:00 da manhã.
Não há como prever quanto tempo as vagas irão ficar disponíveis.

Por enquanto é só, desculpe pelo longo e-mail, mas preciso deixar tudo muito claro para que você possa fazer a matrícula amanhã sem problemas!

No caso de qualquer dúvida, você pode responder este e-mail ou enviar uma mensagem para contato@anitanovinsky.com.br, que minha equipe irá atendê-lo.

Um grande abraço nos vemos amanhã cedo!

Anita Novinsky
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Abraços,

Anita Novinsky
Descubra a história que nunca ninguém contou!

Aula 1:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-1.html
Aula 2:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-2.html
Aula 3:
http://www.anitanovinsky.com.br/videos/video-3.html

Sefardi International Congress – Call for Papers

Lápide da dundação da Sinagoga Grande de Lisboa (Museu Abraão Zacuto, Tomar)

Decorre até ao dia 31 de Março o call for papers aberto a todos os investigadores que pretendam participar com comunicações no «Identidade e Memória Sefardita: História e Actualidade».

As propostas de comunicação, que serão avaliadas pela Comissão Científica, deverão ser enviadas após consulta:

http://terrasdesefarad.com/pt/congresso-internacional/

It is occurring, until the 31 March, the call for papers opened to all the researchers who wish to participate and present communications at “Sephardic Identity and Memory: History and Present day”.

The proposals for the communications, that will be evaluated by the Scientific Committee, should be send before consulting:

http://terrasdesefarad.com/pt/congresso-internacional/

Hasta el día 31 de Marzo está abierto el call for papers a todos los investigadores que quieran participar con comunicaciones sobre la «Identidad y Memoria Sefardí: Historia y Actualidad».

Las propuestas de comunicación, serán evaluadas por la Comisión Científica, deberán ser enviadas después de consultar:

http://terrasdesefarad.com/pt/congresso-internacional/

Sefardíes de Sarajevo guardan los sabores de la España del siglo XVSefardíes de Sarajevo guardan los sabores de la España del siglo XV

Por Nedim Hasic
In: http://www.lavanguardia.com/ocio/20170211/414252741255/sefardies-de-sarajevo-guardan-los-sabores-de-la-espana-del-siglo-xv.html

Hagadah de Sarajevo

Sarajevo, 11 feb (EFE).- El aroma de la cocina española de la edad media y el sabor a la nostalgia por sus hogares que tuvieron que dejar en España en 1492 persisten hasta hoy en la cocina de los judíos sefardíes de Bosnia Herzegovina.

“Es algo con que vives desde tu nacimiento, y que sientes como parte integral de ti mismo. Y entonces debes preservarlo en algún lugar”, explica a Efe Eli Tauber, quien ha escrito junto a su mujer Mirjam el libro “La cocina de los sefardíes bosnios”. Continue a ler (Continue reading)→

MAGACÍN SEFARADÍ #308 (3/2/2017): “MIQUEL SEGURA AGUILÓ Y LOS JUDIOS DE MALLORCA”

In: http://esefarad.com/?mkt_hm=38&p=76164&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

Programa #308 del viernes 3 de febrero de 2017
“Miquel Segura Aquilo y los judios de Mallorca”

La historia de los judíos conversos, es uno de los capítulos más oscuros y sorprendentes de la historia de Mallorca.
Sorprendente, porque unos hechos ocurridos en el siglo XV, supusieron la discriminación y estigmatización de un grupo dentro de la sociedad mallorquina, hasta mediados del Siglo XX.
En 1435 los judíos de Mallorca fueron obligados a convertirse al cristianismo, año en que formalmente se acabó con el judaísmo en la isla.
A ellos, a sus descendientes, a los Xuetas, y a uno de sus más emblemáticos exponentes como es Miquel Secura Aquiló, es que le dedicamos este programa
¡Semanda buena!

HERVÁS, EL LEGADO JUDÍO DE SEFARAD

Por Jesús Caraballo – Miembro de FEPET
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=19&p=75888&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

El entramado de calles de la localidad cacereña conserva todo el sabor de su vieja judería.

Hervás es famosa por su aljama, una de las mejor conservadas de España. La bella localidad cacereña ha sabido preservar la memoria de su pasado judío, no en sus monumentos, tristemente perdidos tras los más de quinientos años que nos separan del Edicto de Expulsión, pero sí por su entramado de calles, que parecen retrotraernos al siglo XV. Continue a ler (Continue reading)→

THE SEPHARDI ORIGIN OF THE DREIDEL

by Shalom Morris, PhD candidate, Headteacher, and Rabbi of Bevis Marks Synagogue in London
Source: Shalom Say Hello 
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=22&p=75751&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

Whilst visiting Portugal this past summer, I was given a gift. It appeared to be a dreidel, though I was told that it was actually a Rapa, a Portuguese top used by children during Christmas. The store’s website though, claims that it is based upon the dreidel, a traditional Jewish game. The Sephardic origins of the dreidel have also been asserted by some in the American Southwest. There are Spanish individuals in that region who posit Jewish Sephardic ancestry. They claim that hundreds of years ago they arrived in the farthest northern reaches of what was then Spanish Mexico to escape the Inquisition. Some researchers have attempted to prove this Jewish ancestry based upon dreidels that have been found in some of their homes.

The Portuguese Rapa

The word dreidel is of course yiddish (a Judeo-German language spoken by Ashkenazim). The word is likely from the Yiddish word drei, to spin, as in ‘to drei a kup’ which basically means to drive someone crazy. The letters on the sides are nun, gimmel, hey, and shin – which may stand for nes gadol hayah sham (a great miracle happened there). It was in 1887 that the Hebrew word sevivon was first created by Itamar Ben-Avi, the son of the great Hebrew revivalist Eliezer ben Yehuda. The story goes that he was five at the time, playing with the dreidel. He took the Hebrew word for turning, saviv, and created the word sevivon, for a spinning top. Later in Israel the shin (for sham – there) was changed to a peh (for po – here).

The game of dreidel is today widespread throughout the Jewish world. A player spins the top, and depending on how it lands, they win or lose part or all of the pot of coins (or gelt in Yiddish), in the middle. The origins of this game are said to date back to Hanukkah times (165 BCE), when Jews would play dreidel as Greek soldiers entered their homes,. They did this to hide the fact that they had actually gathered to study Torah, an act prohibited by the Syrian-Greek king, Antiochus. Significantly though, according to the Seforim Blog, this dreidel origin story only first appeared in print in a book published in Pittsburgh, PA, in 1890! The author, Rabbi Eliezer Hershovitz, came from Kovno, Lithuania. Continue a ler (Continue reading)→

EL REY DEFIENDE COMO “UN DEBER EN NOMBRE DE LA JUSTICIA” RECUPERAR LA CULTURA JUDÍA DE ESPAÑA

POR EUROPA PRESS / MADRID  
Fuente: La Información
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=18&p=75727&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

Los rabinos europeos premian a España por la ley de nacionalización de los sefardíes

King Felipe VI en el Palacio Real. / EMILIO NARANJO (EFE)

En este caso, se está premiando la aprobación de la ley que permite conceder la nacionalidad española a los descendientes de los judíos sefardíes, quienes participaron en la construcción del reino español como una “superpotencia mundial” antes de su expulsión en el siglo XV, como ha recordado el presidente de la Conferencia Europea de Rabinos, Pinchas Goldschmidt.

Los esfuerzos que España ha desplegado en los últimos años para devolver la cultura judía del país a su justo lugar son “simplemente un deber en nombre de la justicia”, ha subrayado este martes el Rey Felipe al recibir el premio Lord Jakobovits de la Conferencia Europea de Rabinos, que premia los comportamientos destacados de lucha contra el antisemitismo y en favor de la tolerancia y la amistad con el pueblo judío.

En una ceremonia en el Palacio Real de El Pardo, el monarca ha destacado que este premio es en realidad un reconocimiento al pueblo español y a las instituciones de un país “abierto y tolerante” que se caracteriza por su “respeto a la diversidad”, al tiempo que ha agradecido el amor y la lealtad a España que caracteriza al pueblo sefardí.

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LA ESENSIA DE HANUKA TREZLADADO AL LADINO POR SIMON GERON

Trezladado por Simon Geron
Sydney
Fuente: Ladinokomunita / telegraph.co.uk
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=36&p=75759&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

Keridos amigos i amigas

En el Jewish News de esta semana tenemos el artikulo de “Yossi Aron” tratando de la esensia de Hanuka. Es una kestion vieja i komo todas las kestiones djudias tuvo munchas repuestas a través el tiempo. Ma una ves ke se trata kon los orijines del festival i se demanda porke es por 8 días, el numero de repuestas se suve a 500. Hanuka aze salir una kuantida grande de emosiones en varias temas.

Saludes a todos

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Antonio López se lleva los palos por tener un plaza dedicada, pero Sant Domènec del Call es un homenaje a un pogromo

Por Carles Cols
Fuente: El Periódico de Barcelona
MIÉRCOLES, 21 DE DICIEMBRE DEL 2016 – 13:46 CET
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=15&p=75699&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

La calle de Sant Domènec del Call, antes del pogromo, de la Escola Major.

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DESCUBREN LA PRIMERA VERSIÓN DE ‘EL QUIJOTE’ ESCRITA EN JUDEOESPAÑOL

EFE. 22.12.2016 – 15:30h
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=14&p=75676&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

La traducción pertenece al periódico ‘El Amigo de la Familya’, publicado en 1881. La primera entrega localizada es una traducción de ‘El curioso impertinente’, novela corta del primer tomo del ‘Quijote’. Al parecer, el texto usa términos y fórmulas “castizamente sefardíes”.

La profesora del Departamento de Literatura Española de la Universidad de Salamanca (Usal) María Sánchez-Pérez ha descubierto la primera versión del Quijote en versión judeoespañol, la variedad lingüística de los judíos sefardíes.

Esta traducción parcial, dada a conocer a través de una nota de prensa por la propia Universidad, ha sido localizada por la profesora a través del periódico El Amigo de la Familya, publicado en Estambul en 1881.

Para la Universidad de Salamanca, este hallazgo supone haber encontrado la primera versión conocida hasta la fechadel “Ingenioso Hidalgo Don Quijote de la Mancha” en judeoespañol aljamiado, es decir, “en lengua judeoespañola pero utilizando caracteres hebreos”, según la institución académica.

El Amigo de la Familya, que se presenta como una “revista periódika ilustrada” semanal, fue un periódico publicado en Constantinopla entre 1881 y 1886 y su principal promotor era David Fresco, uno de los periodistas más activos de Constantinopla y, como la mayor parte de esta prensa, sefardí.

Una traducción elaborada

La profesora María Sánchez-Perez ha asegurado en la nota de prensa que “no existe ningún dato que detalle explícitamente de dónde tomaron el texto que presentan”.

La primera entrega localizada por la profesora de la Facultad de Filología es una traducción al judeoespañol de El curioso impertinente, novela corta insertada en la primera parte del Quijote que se publicó por entregas entre las páginas de El Amigo de la Familya durante varios números consecutivos.

“Desde el principio podemos comprobar que no se trata de una mera transliteración del texto cervantino a caracteres hebreos, sino de una auténtica traducción al judeoespañol, utilizando términos y fórmulas muy castizamente sefardíes”, ha explicado Sánchez-Pérez, que acaba de publicar este hallazgo en el número de diciembre de la revista Ínsula.

 

THE JEWISH COMMUNITY OF IZMIR

By Haim F. Ghiuzeli
Fuente: bh.org.il
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=11&p=75617&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se

Izmir (historically Smyrna) is the principal seaport of Western Anatolia on the coast of the Aegean Sea and provincial capital of the Turkish Vilayet (province) of Aidin, the third largest city in the Republic of Turkey.

The city had a Jewish population in the antiquity, as mentioned in the New Testament (Rev. 1:11; 2:8). Apparently, the Jews had some influence on the local pagan population with some of them converted to Judaism; however, the appearance of Christianity had reduced the power of the Jewish community, although only a minority of the local Jews accepted the new religion. A Jewish community in Smyrna is mentioned again in Christian sources narrating the martyrdom of Polycarp in the second century. Additional archeological evidence of Greek inscriptions from the second and the third century CE indicate that the community had the authority to punish any person who displayed disrespect toward it. Another inscription mentions Rufina, a woman described as the “Mother of the Synagogue”. A nice depiction of a menorah similar to the one represented on the Triumphal Arch of the Roman Emperor Titus in Rome appears on a seal discovered in the proximity of Izmir.

Izmir, 1916. Right to left: Haim Hodera, his sister Esther Hodera Altalef. sitting: Rachel Peres, Judith Hodera, Kadan Dona Hodera, Esther’s sister. Beit Hatfutsot, the Visual Documentation Center. Courtesy of Rachel Altalef, Israel.

There are almost no mentions of a Jewish settlement in Smyrna during the Byzantine times and it is possible that the local Jewish community disappeared for most of the medieval epoch, although Jewish communities continued to subsist in a number of neighboring towns. Smyrna, at the time an unimportant town, became part of the Ottoman Empire in 1424, following its capture from the Byzantines.

Testimonies of Sephardi Jews arriving in Smyrna during the 16th century suggest the existence of a local small Romaniot Jewish community. The first Jews arrived in Izmir in the 1530s, following their expulsion (sürgün, in Turkish) by the Ottomans from Belgrade, Serbia, in 1521, and Buda, Hungary, in 1524. Gravestones with Jewish motifs dating from 1540 and 1565 and found in Izmir indicate a Jewish presence in the city during the 16th century.

It appears that a Jewish Sephardi-Portuguese community made up of Jewish immigrants from other cities in Asia as well as from Northern Africa and Venice was established in 1569, although there is no evidence of its existence or of any other organized Jewish community in contemporary Ottoman documents. The great wave of Sephardi immigration into the Ottoman Empire skipped over Izmir for most of the 16th century; they began to settle in any significant numbers only towards the end of the 16th century, when gradually Izmir turned into a major Ottoman seaport.

The Golden Age of the 17th Century

The development of the Jewish community of Izmir started in the early 17th century corresponding with the increased economic status of the city as a major transit seaport, especially for the commerce with Anatolia and the countries beyond the eastern border of the Ottoman Empire. At the time, Izmir was included into the Sanjak (province) of Sigala, one of the most prosperous in the empire. The new Jewish settlers came mainly from among Sephardi refugees, although the great majority arrived in Izmir after first settling in other cities in the Ottoman Empire. A major group of settlers came from Istanbul; they were joined by Jewish immigrants from small Jewish communities in Western Anatolia as well as from Crete, Corfu, Janina (now in Greece), Ankara, and especially Salonika. Etz Hayim, Portugal, and Gerush, were among the first congregations to have been established in Izmir in the early 17th century, possibly consisting of descendants of 16th cent. settlers. Continue a ler (Continue reading)→

THE FIRST JEWISH AMERICANS

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New-York Historical Society exhibit looks at Jews before the Revolution and after

 

You know that feeling that there are Jews just about everywhere? Not many in any one place, necessarily, but at least a few of them just about always. Well, it’s true. Continue a ler (Continue reading)→

CUANDO MADRID TENÍA JUDERÍA

Fuente: El Pais 20.11.2016
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El barrio hebreo no se encontraba en Lavapiés, sino donde hoy se alza la catedral de la Almudena

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Zona excavada donde estuvo la judería madrileña. FOTO: ARQUEOMEDIA / VÍDEO: JAIME CASAL

Cuando, tras visitar Toledo, Córdoba o Girona, los turistas judíos llegan a Madrid, suelen preguntar a los locales dónde se encontraba la judería de la ciudad. Algunos responden con el silencio o un avergonzado “no lo sé”. Otros contestan que en Lavapiés, la creencia más extendida, pero falsa. Y es que, tras siglos sepultada y desconocida, la huella judía en Madrid sigue cubierta de un manto de leyenda y misterio que historiadores, arqueólogos y documentalistas tratan de desmontar en los últimos años a golpe de rigor. Continue a ler (Continue reading)→

LA MOTA DE LOS JUDÍOS PRESENTA SU PROYECTO EN PORTUGAL

Fuente: Nota de prensa | Castrillo Mota de Judíos | La Mota de los Judíos presenta su proyecto en Portugal – Ayuntamiento Castrillo Mota de Judíos
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El equipo de Investigación ha presentado el proyecto de La Mota en las VI Jornadas de Arqueología del Valle del Duero

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Oporto, 19 de noviembre de 2016.- El equipo de investigación arqueológica de La Mota ha presentado, hoy sábado 19 de noviembre, los resultados de las investigaciones realizadas hasta  el momento en este interesante yacimiento durante  las VI Jornadas de Arqueología del Valle del Duero que se están celebrando en Oporto (Portugal) desde el 17 de noviembre. Continue a ler (Continue reading)→

Link

Recebemos da AGAI – Asociación Galega de Amizade con Israel, com quem a AAPI tem um acordo de cooperação e a quem agradecemos a presente informação referente às principais Judiarias Galegas, permitindo, deste modo, a quem se desloque à Galiza, procurar os vestígios das comunidades Judias medievais existentes:

transferir

Para obter informações de cada uma das Judiarias Galegas referidas, clique sobre o nome da Vila ou Cidade: Continue a ler (Continue reading)→

HISTORIA DE LA JUDERÍA DE ASTURIAS

Fuente: Comunidad Judía del Principado de Asturias – Kehila Beith Emunah – NOVIEMBRE 12, 2016
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Historia

asturiasLa Comunidad Israelita Principado de Asturias ha investigado para tratar de conocer la existencia de núcleos y comunidades judías en todo el territorio asturiano. Es una extensa y ardua labor; las dificultades para tener acceso a determinados documentos que están en manos privadas, la desaparición de otros, la falta de entusiasmo hacia este tema, (si no la negació), de algunos historiadores, son algunas de las muchas trabas con las que nos hemos y nos estamos encontrando. Pero el esfuerzo ha merecido y sigue mereciendo la pena. Hemos recopilado suficiente documentación para poder afirmar que hubo varias comunidades en distintos puntos de Asturias – Oviedo, Cangas de Narcea, Occidente de Asturias, Villaviciosa – y que la más importante parece que fue la de Oviedo. Esta comunidad es probablemente comparable a muchas otras comunidades que por estas mismas fechas existían en distintos puntos de la península. La labor de recopilación y búsqueda no está terminada. Intentaremos seguir añadiendo a esta página la nueva documentación que vayamos encontrando o que vaya llegando hasta nuestras manos. Nos gustaría que si alguno de nuestros visitantes tuviese alguna noticia o referencia, que aún no hayamos encontrado, sobre los judíos en Asturias, nos la envíe. Cualquier detalle, cualquier recuerdo, cualquier comentario es importante. Hemos hecho un breve resumen, con algunas explicaciones e historias que creemos interesantes, para aquellos que deseen tener una idea más o menos general de la Comunidad Medieval Judía en Asturias. Para los que deseen profundizar algo más, para los que busquen el detalle, el nombre, la fecha, la ubicación del documento, hemos añadido una referencia bibliográfica. Esperamos que estas páginas sirvan de ayuda para satisfacer la curiosidad de unos y de apoyo y contribución a los estudios de otros . Continue a ler (Continue reading)→

LOS JUDÍOS DE CASTILLA EN PORTUGAL, EL RASTRO DE UNA HUELLA MARCADO POR EL APELLIDO

POR JOSÉ OVADIAH NAVARRO – NOVIEMBRE 11, 2015
In: http://esefarad.com/?p=67261


aenfardelar

“Ea, Judios a enfardelar que mandan los Reyes que paseis la mar…” (N. Admin.)

La presencia de judíos castellanos en Portugal en realidad antecede, contrario a lo que se puede pensar, al decreto de expulsión de los reyes católicos. Para entender la historia de los judíos portugueses hay que conocer la historia de los judíos españoles, ya que fueron los españoles quienes en distintas épocas migraron de España a Portugal y a las colonias de ambos imperios; luego entonces por definición podríamos decir que los judíos portugueses de origen sefardita son considerados judíos españoles también; quizás por ello algunos autores prefieren englobarlos como judíos ibéricos y consecuencia de ello es que a las principales comunidades fundadas por los judíos “portugueses” en la Europa occidental y las Américas se les considera como comunidades “españolas/portuguesas” como si se tratara de una subdivisión dentro del mundo sefardita occidental. Si bien la migración de judíos castellanos a Portugal que se tiene mayormente registrada obedece precisamente a la fecha de expulsión en 1492, es un hecho que flujos migratorios de judíos ocasionados por severas revueltas en contra de las juderías de Navarra, Castilla y Aragón ya habían provocado con anterioridad distintos asentamientos de judíos castellanos en territorio lusitano. Por otro lado cuando los judíos castellanos buscan una ruta de huida viajando a Portugal en 1492, muchos de ellos lo hicieron a través de la frontera de Alentejo continuando por Setúbal con la intención de huir por el océano, sin embargo la mayoría de ellos no pudo lograr partir de ahí, algunos porque la fecha limite los alcanzó otros porque no contaban con suficiente dinero para pagar los impuestos y poder liberar familias enteras. Fueron tremendamente oprimidos, algunos alcanzaron la relativa libertad a través del bautismo (aunque seguían profesando la fe de judaica en secreto) otros vivieron en vano con la esperanza de que el rey portugués Manuel los liberaría, finalmente la gran mayoría se dispersaron por todo el territorio hasta que se dio en 1497 el decreto portugués de expulsión y las conversiones forzosas al cristianismo en una forma por demás violenta, de manera similar o incluso más cruel a lo que ya había sucedido en España. Continue a ler (Continue reading)→

Un paseo pola Ribadavia xudía (Galiza)

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UN PASEO POLA NOSA RIBADAVIA XUDÍA

Día: sábado día 5 de novembro

Hora: ás 11h

Punto de encontro: no Centro de Información Xudía de Galicia (Praza Maior)

Acompañados e guiados por José Ramón Estévez un paseo polo barrio xudeu de Ribadavia e visita ao Museu Sefardí

Ao remate xantar de confraternidade

Para anotarse de balde enviar un correo a:

 amizadeconisrael@yahoo.es

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ESTE É O PUNTO DE ENCONTRO

MERCEDES DEMBO – CONSEJA EN HAKETIA: LA NOCHE PRETA QUE PASI


LA NOCHE PRETA QUE PASI

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Me fí a la bakala de mi auela materna a acudarla ya que staba sola, stabamos de vacancias de verano y el laborero staba memḥón .

Por la tarde fí a vizitar una tía que pozzaba cabe mi auela, entre estas y estas nezleó la noche y mi tía me disho:

– ¡Ya es muy tarde para dar venes por las caleĵas mi ueno !,  gher muddéate aquí y le avisaré a tu madre por teléfono-.

Ansina es que me quedí a durmir allí; hadreímos almudes y mos arreímos una bel’a.

Awera sta famía había rajleado de Larache y vino a muestro pueblo a vivir; el babá de ellos se enfermó y los hiĵos vinieron a laborar en muestro pueblo. Continue a ler (Continue reading)→

Spain and Portugal naturalise nearly 5,000 Sephardi Jews

In: http://jewishnews.timesofisrael.com/spain-and-portugal-naturalise-nearly-5000-sephardi-jews/


Since a law came into affect last year allowing for descendants of Sephardi Jews to become citizens, thousands have applied

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Torah scrolls from Sephardic exiles

Nearly 5,000 people have become citizens of Spain or Portugal following the passing of laws in both countries on the naturalisation of descendants of Sephardic Jews. Continue a ler (Continue reading)→

I COLOQUIO INTERNACIONAL SOBRE PATRIMONIO JUDÍO – PROGRAMACIÓN

OCTUBRE 3, 2016
In: http://esefarad.com/?p=73719


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El Centro de Estudios del Bajo Martín se complace en invitarles al I Coloquio Internacional sobre Patrimonio Judío: “Miradas al patrimonio Judío”, que tendrá lugar en Híjar y Albalate del Arzobispo (Teruel), del 20 al 21 de octubre de 2016, así como al resto de actividades de las III Jornadas de Patrimonio Cultural en el Bajo Martín (19-23 de Octubre).
El objeto de este Coloquio Internacional es construir un marco de reflexión y diálogo sobre el patrimonio cultural judío de la zona y su estudio, preservación y recuperación. El patrimonio judío se entenderá en sentido amplio: histórico, documental, cultural, literario, arquitectónico, arqueológico,  etc. El Coloquio será un espacio donde expertos de renombre compartirán sus investigaciones sobre las juderías de la zona, e irá seguido de un taller donde profesionales e investigadores podrán reflexionar sobre iniciativas de recuperación de patrimonio judío.
Han confirmado su participación en las sesiones plenarias (por orden alfabético)
●     Prof. Dr. Javier del Barco, Consejo Superior de Investigaciones Científicas (Madrid)
●     Prof. Dr. Ram Ben Shalom, The Hebrew University of Jerusalem (Jerusalem)
●     Prof. Dr. Asunción Blasco, Universidad de Zaragoza (Zaragoza)
●     Prof. Dr. Javier Castaño, Consejo Superior de Investigaciones Científicas (Madrid)
●     Prof. Dr. Marjorie Lehman, The Jewish Theological Seminary of America-Columbia University (Nueva York)
●     Prof. Dr. Miguel Ángel Motis, Universidad de San Jorge (Zaragoza)
Esperamos que esta información sea de su interés y, por favor, no dejen de reenviar esta información a sus colegas o a otras personas que puedan estar interesadas en asistir. Encontrarán adjunta información detallada dell Coloquio, el programa de actividades previstas y el formulario de inscripción, que deberá realizarse antes del próximo 15 de octubre.
En nombre de los miembros del Comité organizador del I Coloquio Internacional de Patrimonio Judío y del presidente del Centro de Estudios del Bajo Martín, esperando que esta información sea de su interés deseamos saludarles personalmente en Híjar y Albalate,
Cordialmente,

SOLO TRES SEFARDÍES HAN CONSEGUIDO LA NACIONALIDAD ESPAÑOLA POR EL TRÁMITE ORDINARIO DE LA LEY DE 2015

OCTUBRE 4, 2016
Fuente: abc.es
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=40&p=73758&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se


 

En el último año, unos 4.500 descendientes de los judíos expulsados en 1492 han recibido el pasaporte español por real decreto

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Contó en privado el quinto presidente de Israel, Isaac Navón, que si el establecimiento de relaciones diplomáticas en 1986 entre España e Israel fue un acto «de Gobierno a Gobierno», la ley de concesión de la nacionalidad a los sefardíes de 2015 era un acto «de pueblo a pueblo» y había que «recibirla con el corazón abierto».
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Palma da Mallorca: En el 325 aniversario del martirio de Catalina Tarongí, que se negó a retractarse

Joan Riera|@joanrierafrau | Palma | 26/09/2016
In: http://ultimahora.es/noticias/local/2016/09/26/222316/325-aniversario-del-martirio-catalina-tarongi-nego-retractarse.html


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Francesc Antich preside el homenaje a Catalina Tarongí celebrado por el Govern Balear .- 26-09-2016 | Redacción Digital

En mayo de 1691 Mallorca vivió uno de los capítulos más trágicos de intolerancia de toda su historia. Han pasado 325 años, pero el recuerdo de Catalina Tarongí pervive imperecedero como ejemplo de mujer que plantó cara al fanatismo. Fue quemada viva junto a su hermano Rafel y a Josep Valls por negarse a retractarse de su fe hebraica. La Santa Inquisición, fundada dos siglos antes y que estuvo en pleno vigor hasta bien entrado el siglo XIX, hacía bien su trabajo. Si los imputados se reconvertían al catolicismo se salvaban con penas leves y la incautación de todos sus bienes (el patrimonio incautado fue enorme. Amasaron una fortuna). También había una pena intermedia para los arrepentidos de último momento: el garrote vil, una muerte rápida antes de ser quemados sus cuerpos. Pero lo más terrible quedaba reservado para los que no se retractaban: Eran quemados vivos. En aquella época se los llevaban cerca de lo que hoy es la plaza Gomila y los sometían a martirio. Continue a ler (Continue reading)→

EL JUDEOESPAÑOL O LADINO: Judeoespañol, judezmo, ladino, español, sefardí, haketía

In: http://www.proyectos.cchs.csic.es/sefardiweb/node/1


sea

Son distintos términos que se utilizan para referirse a la lengua hablada por los sefardíes. Aclaramos brevemente su uso y significado:

  • Judeoespañol: es un término académico (los sefardíes nunca lo usaron para referirse a su propia lengua, salvo en época reciente), que ha sido adoptado por filólogos y lingüistas para referirse a las variedades lingüísticas habladas y escritas por los sefardíes.
  • Judezmo:judezmo significa en judeoespañol ‘judaísmo’, pero para referirse a la lengua es también un término acuñado en el ámbito académico.
  • Ladino: en castellano medieval se llamabaladino (es decir, ‘latino’) a un musulmán o un judío que hablaba la lengua de los cristianos (que era una lengua derivada del latín).

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EL PODER DEL GUETO DE VENECIA

Por ROBERT C. DAVIS(*) – 23 JUL 2016 – 19:05
Traducción de María Luisa Rodríguez Tapia
In: http://esefarad.com/?mkt_hm=15&p=72907&utm_source=email_marketing&utm_admin=22882&utm_medium=email&utm_campaign=Boletin_Se


Las comunidades judías de toda Europa tomaron a la serenísima como modelo de autogobierno multicultural e impulso económico

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Mapa del mar Mediterráneo dividido en sus partes principales

Hace 500 años, el 29 de marzo de 1516, el Senado veneciano creó un enclave especial para los judíos en la ciudad. Los senadores escogieron una isla a las afueras de la ciudad, junto a una fundición de cañones denominada en veneciano el getovechio, “la vieja forja”. La isla, de aproximadamente 2,3 hectáreas, tenía una bonita explanada de gran tamaño, rodeada de unas 25 casas, que recibió el nombre de geto novo, el nuevo gueto o, sencillamente, el gueto. Continue a ler (Continue reading)→

O Judeus em Palma de Mallorca

In: http://www.redjuderias.org/google/google_maps_print/palma-es.html


En ninguna ciudad española el legado judío ha conseguido mantenerse tan íntimamente unido a la vida cotidiana de sus habitantes a través de los siglos como en Palma. La pervivencia hasta nuestros días de la comunidad de los chuetas o xuetes, herederos directos de los últimos hebreos que se convirtieron forzosamente al cristianismo a finales del siglo XIV y principios del XV se manifiesta gráficamente en las abigarradas calles comerciales de su antiguo call menor, donde las joyerías y los comercios artesanales mantienen hoy viva y pujante una actividad que ejercieron los judíos de entonces. Un bullicio que se complementa con la magnífica impronta medieval del call mayor, donde se conservan el trazado de las calles principales de aquella judería y un buen número de casas señoriales de la época.

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Historia de los judíos mallorquines

Por Bartomeu Bestard – Crónicas de Palma-El blog de Bartomeu Bestard
In: http://www.cronicasdepalma.es/los-judios-mallorquines/rabinos-judios-en-las-calles-de-palma/


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Un grupo de rabinos paseando por las calles del antiguo Call mayor de Palma

La presencia documental judía en la isla de Mallorca se remonta al siglo V, aunque algunos autores apuntan la posibilidad de que hubiesen llegado antes. La comunidad hebrea supo adaptarse, no sin grandes dificultades, a las diferentes colonizaciones de la Isla. Por ejemplo, tras la conquista islámica del siglo X, no pocos judíos pasaron a formar parte del alto cuerpo funcionarial de la nueva administración musulmana, y quizás ello explique que muchos de ellos viviesen en las inmediaciones del palacio del Valí (actual palacio de la Almudaina). Continue a ler (Continue reading)→

17ª Jornada Europeia da Cultura Judaica

Vai decorrer entre o dia 4 de Setembro e o dia 27 de Setembro, em Palma de Mallorca, a 17ª Jornada Europeia de Cultura Judia. Este evento constará de visitas guiadas ao “Call” de Palma, o bairro judeu medieval, gastronomia, exposição bibliográfica da cultura judia e sobre as línguas do judaísmo,  conferências, debates e cinema.

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Concerto pelo Coro da Sinagoga Bevis Marks (Sinagoga Portuguesa-Espanhola de Londres)

O coro da Sinagoga activa mais antiga da Europa

KOLOT: VOCES DE AYER Y DE HOY – La sinagoga londinense de Bevis Marks abrió sus puertas en 1701 y en su arco de entrada contiene una frase en hebreo por la que los sefarditas agradecen a la ciudad el refugio que les da y es el único templo en Europa que ha ofrecido servicios regularmente durante los últimos tres siglos. A pesar de que durante el siglo XX los descendientes de judíos españoles y portugueses empezaron a ser minoritarios frente a los ashkenazíes, el lugar sigue siendo considerado una especie de “catedral judía” donde se celebran los actos más importantes de los judíos del Reino Unido. (in: http://www.radiosefarad.com/bevis-marks-el-coro-de-la-sinagoga-en-activo-mas-antigua-de-europa/)

Sefardíes

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Centro cultural sefardí en Estambul (2014) | © Ilya U. Topper

Los sefardíes son los judíos oriundos originalmente de España, país llamado Sefarad en hebreo. Aunque a menudo se emplea el término para agrupar a todos los judíos mediterráneos que no forman parte del grupo asquenazí, en su sentido estricto sólo hace referencia a las comunidades descendientes de familias españolas.

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E toda a Jerusalém com eles

29.05.2016 às 11h00
In: http://expresso.sapo.pt/sociedade/2016-05-29-E-toda-a-Jerusalem-com-eles
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ORIGENS. Gravura de Lisboa do século XVIII, da Biblioteca Nacional de Portugal. Foi esse o ambiente encontrado pelos Mendes Benveniste e que lhes permitiu expandir o poderio económico

 

A importância de uma família judia através dos séculos, preservada pela investigação portuguesa. Os Mendes Benveniste encontraram em Portugal um espaço certo para manterem a memória acesa, ligando passado e futuro

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CHRISTIANA MARTINS

 

 

 

 

Sem hesitações. Foi assim, que no labirinto de volumes da livraria Buchholz, em Lisboa, Monique Benveniste apanhou o pequeno exemplar de lombada azul. Um livro fino, com um título pouco sedutor — “Capitais e Capitalistas no Comércio de Especiarias”. Mas que, para ela, se revelou precioso, fundamental.

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